sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Oo

continuando com os textos que escrevi a tempos atrás....
a foto é no quadrado pq fiquei afim de ir lá hoje e num fui...

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A mais linda de todas as flores
Deve ter o mais doce de todos os sabores
Longe muito longe
O vento assopra baixinho o teu nome
E te esconde
Onde meus braços não podem alcançar
Minha mente então, começa a vagar
Tentando te achar
E meu coração para devagar
Para quando te encontrar
Vigorosamente
Incessantemente
Estrondosamente
Volte a pulsar
Mas o vento é forte
Tira meu fôlego ate que tudo escureça
E o desejo da tua presença
Não deixa que eu esqueça
Que quero ser alguém que te mereça

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

antigos...


mais um antigo...

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Destruído desmiolado decomposto sem criatividade sem novidade só decepção desilusão sem resposta exposta sem alma ou coração mais palavras inúteis feias e sem cor ou expressão aspiração convecção respiração ilusão escura repugnante um troféu na estante que brilha deslizante como devaneios inconstantes perdidos numa cabeça oca imunda cheia de insegurança desconfiança indeterminancia ancia da própria imundice.

presente estas longe estas viva estas quente estas errada estas certa estas enjoada estas livre viveras.

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

pois é...

esse é velho ... mas li me deu vontade de postar!

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sinto a falta de pessoas que nem conheço
sinto que a minha vida passa por entre os teus cabelos e vai embora
e se como vento, passa tão rapido que a maioria das minhas memorias se vão sem eu nem perceber que as esqueci
sem perceber que aquele tempo ja passou, que o mundo girou e que ja não é mais a mesma coisa
não sou mais o mesmo, tudo o que sentia acabou, tudo o que gostaria de sentir novamente não volta mais
sinto tanta falta desses sentimentos que nem sei o nome, não como os outros os chamam
e esse meu eu etilico tão sincero tão cru e transparente que não ve diferença entre as pessoas
são só pessoas
todas com suas belezas suas loucuras e manias
tudo tão complexo que se torna tão simples

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009



"Vou fumar o meu cigarro
Na falta de absinto
Eu sinto tanto
Eu sinto muito
Eu nada sinto"

Zeca Beleireiro